Em 2018 iniciei um curso de fotografia pra desenvolver meus trabalhos que era oferecido pela Escola Livre de Imagem, que foi conduzido pelos queridos Mateus Sá, Eduardo Queiroga e Dani Bracchi no Museu Murilo La Greca por quase 1 ano, com encontros semanais. Na turma haviam algumas carinhas conhecidas tanto de fotógrafos, quanto de amigos, e outras pessoas que no decorrer desse período se tornaram companheiros do nosso coletivo não coletivo Vagalumes.
Quando cheguei em Olinda, quis continuar minha vida acadêmica e decidi fazer pós-graduação em Fotografia e Imagem no mesmo ano, porém a turma não fechou imediatamente e só foi possível no ano seguinte; O curso durou por volta de ...
Bom, essa é uma série é uma das que mais trabalhei muito encima, desde revistar o material que foi captado em 2015, à fazer leitura de portfólio, curso, meses de trabalho intenso de experimentação e discussões coletivas sobre o material, até ganhar corpo, e ser feita a primeira expo do trabalho em 2018.
O ano de 2015 foi um momento que sem perceber, estava muito envolvida com a cultura pernambucana, e só no primeiro semestre tinha fotografado três eventos que tinham o Maracatu como tema central.
No Estado de Pernambuco, nordeste brasileiro, é comum vermos apresentações de Maracatus e a reprodução de suas imagens estamparem as cidades e o imaginário coletivo pernambucano;
O transbordamento do Rio Una com a alta das chuvas, deixou a cidade em estado de calamidade pública. Poucos meses depois desse período fatídico, a expedição com fotógrafos e outros artistas chega a cidade de Palmares. Uma parte do pessoal montava em praça pública uma exposição do Ricardo Peixoto, Diabolin fazia apresentações circenses e o fotojornalista consagrado Evandro Teixeira caminhava com o grupo de fotógrafos.