Sobre image



A artista visual Carol Melo nasceu na cidade do Rio de Janeiro/RJ, e foi radicada em Olinda/PE. Pós-graduada em Fotografia e Imagem pela Escola de Marketing do Recife/PE; e Formada em Fotografia pela Universidade de Caxias do Sul/RS; Seu trabalho fotografico autoral propõe reflexões sobre a memória, cultura popular e povos de terreiros; por quase 10 anos, trabalhou com fotografia de palco, shows e espetáculos. e Nos últimos anos tem se dedicado ao desenho digital baseados em suas próprias fotografias.

La artista visual Carol Melo nació en la ciudad de Rio de Janeiro/RJ y vivió gran parte de su vida en Olinda/PE, en Brasil. Con Postgrado en Fotografía e Imagen de la Escuela de Marketing de Recife/PE; y Grado en Fotografía por la Universidad de Caxias do Sul/RS; Su obra fotográfica de autor propone reflexiones sobre la memoria, la cultura popular y la gente de terreiros - que son personas de religiones de matrices afroingena brasileña; Durante casi 10 años trabajó con fotografía escénica, espectáculos y concierto. En los últimos años se ha dedicado al dibujo digital a partir de sus propias fotografías.


Visual artist Carol Melo was born in the city of Rio de Janeiro/RJ, and lived almost time the your life in Olinda/PE in Brasil. Postgraduate in Photography and Image from the Recife/PE Marketing School; and Graduated in Photography from the University of Caxias do Sul/RS; His authorial photographic work proposes reflections on memory, popular culture and people of terreiros - people of afroindigenious Brazilian religion; for almost 10 years, she worked with stage photography and shows. recently years she has dedicated herself to digital drawings based on her own photographs.



Para ler o CV completo

2010 - 2020  

Homenagem aos Mestres

Homenagem aos Mestres da Jurema Sagrada e outras entidades. Linha de Exus, Filhos de Jurema, Linha dos Pretos-velhos, Mestres, Zé Pelintra na linha de malandro, Zé Pelintra na linha de Marinheiro, Pomba-gira, Malunguinho

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Veste Branco

A série Veste Branco é um conjunto de imagens realizadas entre os anos de 2013 à 2019 pela fotógrafa Carol Melo, que retrata manifestações públicas dos povos de terreiro, como caminhadas, festividades e celebrações, onde os adeptos reafirmam o seu pertencimento à esses espaços, em ato de resistência e combate à intolerância religiosa.

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Fevereiro-Agosto

Nesta série é realizada à partir de um auto-retrato feito à partir de uma fotografia, em que na imagem do seu corpo, carrega as cores do fundamento da orixá que a rege, Lebara, conhecida também como Pomba-Gira; Assim como o elemento cor, outras simbologias como o tridente, a guia (colar sagrado) são usadas e reafirmam a territorialidade da imagem-corpo com a tipografia;

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Maracatu

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Mandalas

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Outros

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“A ilustração digital começou quando fiquei sem computador durante a quarentena, e substituí por um tablet. Como não estava fotografando muito, comecei a desenhar sobre algumas fotografias minhas e gostei do processo; E do resultado. 
Acho que esse trabalho foi e continua sendo um exercício pra mim durante esse  período de pandemia, olhar com outros olhos pro meu trabalho e ressignificá-lo.”

Sobre as ilustrações digitais
Carol Melo

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Um pouco sobre os trabalhos, processos, experimentos, histórias e sugestões.  

Quando cheguei em Olinda, quis continuar minha vida acadêmica e decidi fazer pós-graduação em Fotografia e Imagem no mesmo ano, porém a turma não fechou imediatamente e só foi possível no ano seguinte; O curso durou por volta de ...

Ir pra um show que a gente gosta é sempre se conectar com quem canta, que parece que sentimos o mesmo de quem escreveu. Quando estou diante do palco, é como se as vezes aquela cena tivesse acontecendo em camera lenta, com suas inúmeras luzes coloridas só pra mim. Então mergulho na vibração dos músicos, da música, de mim, do que sinto, do que vejo, e presto atenção, até um ponto que faço o click e a partir dali meu olho, minha cabeça, meu corpo e minha camera entram num outro plano que vejo tudo que acontece diante de mim, como magia.

Sou no tempo do VHS, onde vivíamos em videolocadoras pra alugar filmes no final de semana e devolver na segunda, e fazíamos de tudo pra evitar a multa de atraso, já que era metade do preço. Tinha uma tv com gravador de VHS embutido, e vivia gravando clips na Manchete. E desse tempo paleozóico pra cá, a tecnologia permite que possamos escolher o filme ou série que quisermos, deitadinho na cama ou enquanto trabalho, viajo,almoço … Então resolvi escrever despretenciosamente sobre o que acho de algumas séries e filmes da Netflix que assisti, e como nem conclui o primeiro periodo da faculdade de cinema, não sei se preciso de autorização pra isso …E pra não estrear com esse texto, sem falar de alguma coisa pra assistir, vou falar um pouco sobre.

Bom, essa é uma série é uma das que mais trabalhei muito encima, desde revistar o material que foi captado em 2015, à fazer leitura de portfólio, curso, meses de trabalho intenso de experimentação e discussões coletivas sobre o material, até ganhar corpo, e ser feita a primeira expo do trabalho em 2018.

SOBRE O PROJETO ANA ARIANA

A artista antes de trabalhar com fotografia e arte digital, já escrevia poemas e poesias, - que prefere chamar de desabafo. Sua produção textual aumentou quando foi morar em outro estado para estudar fotografia; Distante da família, com a morte recente do pai, encontrava nas palavras e nos seus cadernos, o melhor lugar pra desabafar, o que quase sempre saia como palavra rimada.

Seja bem-vinde e aproveite a leitura.

2006 - 2020  

Teu olhar, teu sorriso, Junto com os meus, Teus passos tímidos

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Pelos teus olhos miúdos tento enxergar o mundo, Tento enxergar você

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Existe a necessidade de falar, Se comunicar, botar pra fora; Quase que uma tortura calar, Ter que engolir; Ficar em silêncio...

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Tentar amar novamente? Não sei nem mais o que é amor...

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Tento me encontrar em mãos e braços, sexo, suor, beijos e abraços Mentes sujas, peito aberto e outros cigarros

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Hoje é um dia que não vou falar de nós... Um dia que não vou falar sobre como é difícil pensar e desejar tanto outra pessoa que não seja você. ....

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